China planeja lançar uma ‘lua artificial’ para iluminar o céu noturno

Atualizado: Jan 3


BEIJING, CHINA (Photo by VCG/VCG via Getty Images)


Os céus noturnos podem em breve ter companhia: cientistas chineses planejam lançar uma lua artificial em órbita até 2020 para iluminar as ruas da cidade depois de escurecer.

Os cientistas esperam pendurar a lua feita pelo homem sobre a cidade de Chengdu, capital da província de Sichuan, sudoeste da China, de acordo com um relatório da mídia estatal chinesa. A imitação do corpo celeste – essencialmente um satélite iluminado – terá um revestimento reflexivo para lançar a luz do sol de volta à Terra, onde ela irá suplementar as luzes da rua à noite.

Os cientistas estimaram que ele poderia ser oito vezes mais luminoso que a lua original. Também irá orbitar muito mais perto da Terra; cerca de 500 km (310 milhas) de distância, em comparação com os 380.000 km da lua (236.000 milhas).

Mas o ambicioso plano ainda não “iluminaria todo o céu noturno”, disse Wu Chunfeng, chefe da Sociedade de Ciência da Nova Área de Tian Fu, ao China Daily. “Seu brilho esperado, aos olhos dos humanos, é em torno de um quinto dos postes normais.”

Wu estimou que novas luas poderiam salvar a cidade de Chengdu em torno de 1,2 bilhão de yuans (US $ 173 milhões) em custos de eletricidade anualmente, e poderia até mesmo ajudar socorristas durante apagões e desastres naturais. Se o projeto for bem-sucedido, poderá ser acrescentado mais três adições ao céu noturno em 2022, disse ele.

Mas muito mais testes precisam ser feitos, disse Wu, para garantir que o plano seja viável e não tenha um efeito negativo sobre o ambiente natural.

“Nós só realizaremos nossos testes em um deserto desabitado, para que nossos raios de luz não interfiram em nenhuma pessoa ou equipamento de observação espacial baseado na Terra”, disse ele ao Daily.

As metas de espaço da China não são inéditas. Na década de 1990, a Rússia experimentou o uso de um espelho orbital para refletir a luz solar em algumas de suas cidades do norte, desprovidas de sol, segundo o New York Times. O projeto foi abandonado em 1999 depois que o espelho não se desdobrou e foi incinerado na atmosfera.

Em janeiro, a firma americana Rocket Lab lançou uma estrela artificial no espaço. Mas os cientistas criticaram a “Estrela da Humanidade”, como o mini-satélite refletivo foi apelidado, por contribuir para a poluição luminosa artificial e confusão na órbita da Terra.

REFLEXÃO:

A humanidade já provou com toda a genialidade que é capaz de criar as maiores inovações imagináveis. Agora, precisamos provar que conseguiremos aplicá-las para superar os problemas ainda primitivos que temos no planeta e estabelecer uma sociedade de regeneração na Terra.

A mudança é inevitável. Mas temos o livre-arbítrio para construir um caminho onde o abalo da transição seja mais suave. A rede das soluções precisa ser estabelecida e unificada para ser concretizada.

Empenho e leveza para favorecer o equilíbrio, a vivência em paz e a bússola interna da Sabedoria pautada no Amor. Fonte da informação: TIme Magazine

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Fabiano Porto

Jornalista cofundador do Instituto Regeneração Global e movido a compartilhar as evidências da transição planetária e a nova consciência de regeneração.

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